O mata-mata afunilou: quem foi o melhor jogador das oitavas de final da Copa do Mundo 2026?
As oitavas de final da Copa do Mundo 2026 produziram atuações decisivas de Azzedine Ounahi, Erling Haaland, Jude Bellingham, Charles De Ketelaere e Lionel Messi. O The Offside analisa os destaques da fase e abre a votação para escolher o melhor jogador.
Melhor Jogador das Oitavas de Final da Copa do Mundo 2026: atuações que mudaram o rumo do mata-mata
A Copa do Mundo chegou às oitavas de final.
A margem para erro ficou ainda menor.
Cada duelo passou a carregar o peso de uma eliminação.
E, como acontece em toda grande Copa, alguns jogadores decidiram assumir o protagonismo justamente quando a pressão aumentou.
Foram atuações que definiram classificações.
Viradas.
Goleadas.
Jogos históricos.
Entre grandes exibições individuais e partidas que certamente ficarão na memória dos torcedores, o The Offside selecionou cinco jogadores que marcaram as oitavas de final e disputam o prêmio de melhor jogador da fase.
Azzedine Ounahi (Marrocos)
Marrocos voltou a mostrar que sua excelente campanha está longe de ser obra do acaso.
Diante do Canadá, os africanos controlaram praticamente todos os momentos da partida e construíram uma vitória convincente por 3 a 0.
No centro dessa atuação esteve Azzedine Ounahi.
O meio-campista dominou o ritmo do jogo, apareceu constantemente na área adversária e mostrou eficiência máxima nas oportunidades que teve.
Foram duas finalizações.
Dois gols.
Uma atuação que resumiu perfeitamente sua inteligência para ocupar espaços e acelerar o jogo quando necessário.
Mais uma vez, Marrocos demonstrou que seu coletivo funciona em alto nível.
Mas também que possui jogadores capazes de decidir individualmente.
Números da partida:
2 gols
2 finalizações
2 chutes no alvo
1 grande chance criada
Grandes seleções precisam de um coletivo forte. Marrocos encontrou em Ounahi um jogador capaz de elevar ainda mais esse coletivo.
Erling Haaland (Noruega)
O Brasil sonhava.
A Noruega acreditava.
Quem sorriu no fim foram os noruegueses.
E, mais uma vez, Erling Haaland fez exatamente aquilo que o transformou em um dos atacantes mais temidos do planeta.
Marcou duas vezes.
Atacou os espaços.
Protegeu a bola.
E castigou praticamente todas as falhas defensivas brasileiras.
Mas sua atuação foi além dos gols.
Participou da construção das jogadas, distribuiu o jogo quando necessário e mostrou um nível técnico que muitas vezes acaba sendo ofuscado por sua capacidade física.
A classificação para as quartas passou diretamente pelos pés do camisa 9.
Números da partida:
2 gols
4 finalizações
3 chutes no alvo
92% de precisão nos passes
2 passes-chave
Alguns atacantes vivem dos gols. Haaland influencia praticamente todas as fases do ataque.
Jude Bellingham (Inglaterra)
Se houve um jogo capaz de representar o espírito do mata-mata, Inglaterra e México certamente entram nessa conversa.
Foi intenso.
Equilibrado.
E decidido pelos detalhes.
Ou melhor...
Pelo talento de Jude Bellingham.
O meio-campista inglês voltou a mostrar por que já é considerado um dos jogadores mais completos do futebol mundial.
Marcou duas vezes.
Contribuiu defensivamente durante toda a partida.
Esteve presente em praticamente todos os setores do campo.
Foi o jogador que apareceu quando a Inglaterra mais precisava.
Uma atuação de liderança.
Mesmo sendo um dos atletas mais jovens entre os protagonistas da competição.
Números da partida:
2 gols
3 finalizações
3 chutes no alvo
7 ações defensivas
Existem jogadores que ocupam uma posição. Bellingham parece ocupar o campo inteiro.
Charles De Ketelaere (Bélgica)
Antes mesmo da bola rolar, Bélgica e Estados Unidos já viviam um ambiente completamente diferente do esperado.
A revogação do cartão vermelho de Folarin Balogun, após uma controversa intervenção envolvendo declarações do presidente Donald Trump e uma decisão da FIFA, dominou o debate antes do confronto e aumentou ainda mais a pressão sobre os anfitriões.
Quando a partida começou, porém, a Bélgica respondeu da melhor maneira possível.
Jogando futebol.
Os belgas dominaram praticamente todas as ações ofensivas e venceram por 4 a 1.
O grande nome da partida foi Charles De Ketelaere.
O meia-atacante participou diretamente de três gols e comandou o setor ofensivo durante toda a noite.
Foi uma exibição madura, eficiente e extremamente decisiva.
Números da partida:
2 gols
1 assistência
3 finalizações
3 chutes no alvo
3 passes-chave
88% de precisão nos passes
Em noites grandes, jogadores grandes costumam aparecer. De Ketelaere fez exatamente isso.
Lionel Messi (Argentina)
A Argentina esteve muito perto da eliminação.
Durante boa parte da partida, parecia que o atual campeão mundial daria adeus ao torneio.
Perdia por 2 a 0 até os minutos finais.
Foi então que Lionel Messi apareceu novamente.
Como tantas outras vezes em sua carreira.
Além de marcar um gol, participou diretamente da reação argentina ao servir Cristian Romero e criar diversas oportunidades durante toda a partida.
O confronto ainda foi marcado por decisões de arbitragem bastante discutidas, que aumentaram ainda mais a tensão de uma das partidas mais emocionantes das oitavas de final.
Independentemente das polêmicas, Messi voltou a ser decisivo quando sua seleção mais precisou.
Números da partida:
1 gol
1 assistência
5 finalizações
3 chutes no alvo
6 passes-chave
2 grandes chances criadas
Aos 39 anos, ele continua encontrando maneiras diferentes de decidir partidas.
Alguns jogadores fazem história. Messi insiste em continuar escrevendo novos capítulos.
E para você?
As oitavas de final entregaram tudo aquilo que torna a Copa do Mundo única.
Grandes atuações.
Viradas.
Polêmicas.
Goleadas.
E jogadores assumindo o protagonismo quando a eliminação estava em jogo.
Ounahi comandou mais uma grande atuação de Marrocos.
Haaland eliminou o Brasil.
Bellingham decidiu um duelo eletrizante.
De Ketelaere liderou a Bélgica em uma goleada convincente.
Messi manteve vivo o sonho argentino.
Agora queremos saber a sua opinião.
