Só restam quatro: quem foi o melhor jogador das quartas de final da Copa do Mundo 2026?
As quartas de final da Copa do Mundo 2026 reservaram atuações decisivas de Ousmane Dembélé, Thibaut Courtois, Jude Bellingham e Julián Álvarez. O The Offside analisa os destaques da fase e abre a votação para eleger o melhor jogador.
Melhor Jogador das Quartas de Final da Copa do Mundo 2026: atuações que decidiram os semifinalistas
As quartas de final da Copa do Mundo raramente decepcionam.
É a fase em que os favoritos começam a se enfrentar.
Onde pequenos detalhes passam a decidir grandes histórias.
E onde apenas quatro seleções seguem vivas na luta pelo título mundial.
Foi uma rodada marcada por atuações individuais de enorme qualidade.
Atacantes decisivos.
Meio-campistas assumindo o controle dos jogos.
E até mesmo um goleiro que, apesar da eliminação, protagonizou uma exibição digna das maiores Copas do Mundo.
Entre atuações que garantiram vagas nas semifinais e desempenhos que merecem reconhecimento independentemente do resultado final, o The Offside selecionou os quatro candidatos ao prêmio de melhor jogador das quartas de final da Copa do Mundo 2026.
Ousmane Dembélé (França)
A França segue confirmando tudo aquilo que se esperava antes da Copa.
Elenco profundo.
Coletivo sólido.
Ataque extremamente talentoso.
E, até aqui, poucos jogadores representam melhor esse momento francês do que Ousmane Dembélé.
Na vitória por 2 a 0 sobre Marrocos, o atacante voltou a ser o principal desequilíbrio ofensivo da equipe.
Marcou um gol.
Criou oportunidades praticamente durante toda a partida.
E ofereceu mais uma demonstração de sua capacidade única de desequilibrar utilizando sua ambidestria.
Mais do que acelerar jogadas, Dembélé escolheu quase sempre a melhor decisão.
Foi eficiente.
Criativo.
E extremamente preciso com a bola nos pés.
Números da partida:
1 gol
4 finalizações
1 chute no alvo
3 grandes chances criadas
4 passes-chave
3 cruzamentos certos em 3 tentativas
3 bolas longas certas em 3 tentativas
Durante anos, Dembélé foi lembrado pelo potencial. Nesta Copa, vem sendo lembrado pelo impacto.
Thibaut Courtois (Bélgica)
Nem sempre uma grande atuação termina em classificação.
Courtois é a prova disso.
Enquanto permaneceu em campo diante da Espanha, o goleiro belga manteve sua equipe viva em uma partida extremamente equilibrada.
Fez defesas importantes.
Transmitiu segurança.
E parecia preparado para conduzir a Bélgica até mais uma disputa dramática.
Tudo mudou aos 71 minutos.
Uma lesão obrigou Courtois a deixar o gramado.
Seu substituto, Senne Lammens — um dos goleiros mais promissores da nova geração belga após excelente temporada pelo Manchester United — acabou oferecendo rebote em um chute de longa distância de Pau Cubarsí.
Mikel Merino aproveitou a sobra para marcar o gol que selou a classificação espanhola.
O resultado não diminui a atuação de Courtois.
Pelo contrário.
Mostra o tamanho da influência que o goleiro exercia enquanto esteve em campo.
Números da partida:
4 defesas
2 defesas dentro da área
71 minutos disputados antes da lesão
Alguns goleiros evitam gols. Courtois muda completamente a maneira como o adversário precisa atacar.
Jude Bellingham (Inglaterra)
Há jogadores que crescem em jogos grandes.
Jude Bellingham parece crescer quanto maior for o palco.
Depois de decidir nas oitavas de final, o meio-campista voltou a assumir o protagonismo nas quartas.
Diante da Noruega, a Inglaterra encontrou enormes dificuldades para superar uma defesa muito organizada.
Foi preciso esperar a prorrogação.
E foi justamente ali que Bellingham apareceu.
Os dois gols do camisa 10 garantiram a vitória por 2 a 1 e colocaram os Three Lions entre os quatro melhores do mundo.
Mais uma vez, ele participou intensamente de todas as fases do jogo.
Atacou.
Marcou.
Pressionou.
E liderou emocionalmente uma equipe que encontrou enorme resistência.
Números da partida:
2 gols
5 finalizações
2 chutes no alvo
83% de precisão nos passes
3 ações defensivas
Alguns jogadores decidem partidas. Bellingham parece decidir fases inteiras.
Julián Alvarez (Argentina)
A Argentina voltou a sofrer.
E voltou a sobreviver.
Contra a Suíça, os atuais campeões precisaram disputar mais uma prorrogação antes de confirmar a classificação para as semifinais.
Em uma equipe acostumada a dividir o protagonismo com Lionel Messi, Julián Alvarez voltou a mostrar por que se tornou peça indispensável.
Correu durante os 120 minutos.
Pressionou a saída adversária.
Participou da construção.
E ainda marcou um dos gols da vitória por 3 a 1.
Sua movimentação constante abriu espaços durante praticamente toda a partida.
Foi uma atuação que talvez não produza tantas manchetes quanto outras.
Mas foi absolutamente fundamental para a classificação argentina.
Números da partida:
1 gol
3 finalizações
1 chute no alvo
2 passes-chave
88% de precisão nos passes
93% de precisão nos passes no campo adversário (27/29)
Grandes atacantes não vivem apenas dos gols. Julián faz a fase ofensiva render ainda mais.
E para você?
As quartas de final aproximaram a Copa do Mundo de seu momento decisivo.
Dembélé voltou a comandar o ataque francês.
Courtois brilhou mesmo na eliminação belga.
Bellingham colocou novamente a Inglaterra nas semifinais.
Julián Alvarez liderou mais uma classificação argentina.
Agora queremos saber a sua opinião.
